23 novembro, 2007

Exercise Eases Fibromyalgia Symptoms: Study

Biggest beneficiaries were women who also received training to manage the condition
By Randy DotingaHealthDay Reporter
MONDAY, Nov. 12 (HealthDay News) -- Exercise may seem best at preventing illness rather than treating it, but a new study suggests that low-impact physical activity could make an immediate difference for people with one tough-to-treat condition: fibromyalgia.
Women with the little-understood chronic pain syndrome who exercised moderately for four months reported feeling better in a number of ways.
The study didn't say how much more likely the women were to feel better after adopting an exercise regimen, and it's not clear how long the effects last. Still, the findings are promising, said study lead author Daniel S. Rooks, an assistant professor of medicine at Harvard Medical School.
"Exercise should become a part of the treatment plan for people with fibromyalgia," Rooks said. "Basic, simple walking, starting slow and gradually improving, as well as basic flexibility training should be part of what people do to help themselves."
Fibromyalgia causes intense pain and can produce fatigue, insomnia and other symptoms. An estimated 3.5 percent of U.S. women suffer from the syndrome, compared to 0.5 percent of men.
There has been much debate about fibromyalgia, particularly over the role that mental health may play in its progression. Treatment options include pain medications, antidepressants and counseling.
Doctors often recommend exercise as a treatment, but it hasn't been clear exactly what kinds of physical activity should be recommended, Rooks said.
Enter the new study, in which researchers looked at the experiences of 135 women with fibromyalgia from 2002-2004 who were assigned to one of four groups, three of which consisted of exercise regimens.
The researchers gave questionnaires to the women about the state of their fibromyalgia, both before they began the four-month exercise programs and after they completed them. Those who took part in strength training, aerobic activity, and flexibility training -- along with a self-help course on managing fibromyalgia -- reported the most significant improvement, the study found.
Women also improved after taking part in just flexibility and aerobic exercise or in all the three types of activity but without the self-help course. Those who just took the course noted the least improvement.
"Everybody improved if they exercised," Rooks said. "Everybody had some improvement in some aspect of things we were testing."
The study was published in the Nov. 12 issue of Archives of Internal Medicine.
The exercise levels required in the study, which was funded by the Arthritis Foundation and U.S. National Institutes of Health, were moderate and didn't require sweating, Rooks said. "Part of the message is that you didn't have to work like you were training for the marathon to improve your health," he said. "That was an important message we tried to communicate throughout the study. It was a very well-received message."
There were other benefits of exercise, too. Social function, mental health, fatigue and depression also improved, the study authors wrote. The beneficial effect on physical function of exercise alone and in combination with education persisted at least six months.
Why would exercise be so helpful? "There is a physical part of it and an emotional part of it," Rooks said. "It gives people confidence that they can use their muscles when people have been telling them not to use their muscles."
Dr. Roland Staud, professor of medicine at the University of Florida and a fibromyalgia expert, said exercise is crucial for improvement in patients with chronic pain.
He called Rooks' study well done, if small, and said it shows the value of aerobic exercise in particular. "A lot of fibromyalgia patients think exercise creates more pain, and that wasn't shown here."



SOURCES: Daniel Rooks, Sc.D., assistant professor of medicine, Harvard Medical School, Boston; Roland Staud, M.D., professor of medicine, University of Florida, Gainesville; Nov. 12, 2007, Archives of Internal Medicine
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10 novembro, 2007

Dieta na Artrite Reumatóide



Na prática clínica de Reumatologia, a dieta específica é um complemento do tratamento. Os doentes com Artrite Reumatóide ( http://osteopatia-aartedotoque.blogspot.com/2011/05/artrite-reumatoide-e-osteopatia.htmlestão frequentemente emagrecidos e carenciados em ácido fólico, ferro, zinco e outros sais minerais, bem como em vitamina B6 e vitamina C. A dieta destes doentes deve ser rica e variada, com uma quantidade suficiente de proteínas, sais minerais e vitaminas, o que na prática se traduz por 100g de carne ou peixe por dia e abundante ingestão de vegetais e frutos. Os doentes com Artrite Reumatóide a tomar corticoesteróides, devem evitar o uso de sal, ingerir alimentos ricos em potássio (verduras, laranjas, bananas), não ingerir demasiados hidratos de carbono e comer alimentos ricos em cálcio ( leite, queijo, iogurtes). As gorduras poliinsaturadas parecem ter interesse em virtude de levarem à produção de menor quantidade de prostaglandinas.


10% de Proteínas de Grupo 1, Leite e derivados


· Quantidade média de proteínas de alto valor biológico
· Rico em cálcio e vitaminas A e B
· Alcanizante
· Facilmente digerido


10% de Proteínas de Grupo 2, Carne e Peixe


· Quantidade elevada de proteínas de alto valor biológico
· Quantidade elevada de vitaminas do complexo B
· Quantidade media de Ferro e outros Oligoelementos
· Rico em Fósforo e Cálcio


20% de Gorduras de Grupo 3, Ácidos Gordos Essenciais- Poliinsaturados


· Propriedade de modulação das reacções inflamatórias e imunológicas, quer directamente,quer por intermédio das prostoglandinas e dos leucotrienos de que eles são percursores.
· Vitaminas A, D e E


30% de Hidratos de Carbono do Grupo 4, Cereais e leguminosas secas


· Quantidade muito elevada de Hidratos de Carbono
· Quantidade media de proteínas de médio valor biológico, Ferro,
. Complexo de Vitamina B.

30% de alimentos do Grupo 5, Batata, Frutos e Legumes


· Proteínas de valor biológico médio
· Quantidade baixa de gordura e HC
· Rico em Cálcio, Ferro e Oligoelementos
· Alcanizante

Entrevista com Stephen Sandler, D.O., PhD.


Entrevista com Laurie Hartman, D.O., PhD


07 novembro, 2007

Síndrome de dor lombar crónica: um estudo piloto comparando acupunctura, anti-inflamatórios não esteróides e manipulação vertebral

Síndrome de dor lombar crónica: um estudo piloto comparando acupunctura, anti-inflamatórios não esteróides e manipulação vertebral


Giles, L. G. Muller, R., Chronic spinal pain syndromes: a clinical pilot trial comparing acupuncture, a nonsteroidal anti-inflammatory drug, and spinal manipulation. Journal Manipulative Physiol Ther 1999; 22(6): 376-81


Objectivo: Comparar a acupunctura (de agulhas), a medicação (tenoxicam com ranitidina) e a manipulação vertebral nas crónicas de coluna lombar (superior a 13 semanas de duração). 


Modelo: Estudo prospectivo, randomizado com avaliação pré-intervenção e pós-intervenção independente. 
Local: Clínica especializada em dores de coluna em Townsville General Hospital, Queensland, Austrália. 
Sujeitos: 77 pacientes (sem contra-indicação para a manipulação ou medicação).
Protocolos de intervenção: acupunctura por agulha, medicação anti-inflamatória não-esteróide ou manipulação vertebral. 
Medidas de resultado: medidas de resultado foram as mudanças (4 semanas vs. visita inicial) nas pontuações do: 1) Index de incapacidade de dor lombar de Oswestry, 2) Index de incapacidade cervical e 3) três escalas visuais de intensidade da dor local. 
Resultados:  Após um período de 30 dias após a intervenção, a manipulação vertebral foi a única intervenção que obteve resultados estatisticamente significantes (percentagem de mudança das pontuações iniciais) sendo (1) uma redução de 30,7% na escala Oswestry, uma melhora de 25% na escala de incapacidade cervical e (3) reduções na escala visual de dor de 50% para dor lombar, 46% para torácica e 33% na dor cervical. 
Nenhuma das outras intervenções mostrou uma melhora significante em qualquer das medidas. 


Conclusão: A consistência do estudo prova que em pacientes com síndrome de dor lombar crónica, a manipulação vertebral (se não for contra-indicada) tem resultados superiores à acupunctura e medicação, na melhoria dos sintomas do paciente.

05 novembro, 2007

Efeito placebo- A Auto-Cura

Existem vários estudos sobre o efeito placebo. Trata ou não faz nada? É uma questão de fé, sugestão, ou existem realmente respostas fisiológicas? Recentemente, uma equipa de cientistas canadianos ( University of British Columbia) concluiu que o simples acto de receber algum tipo de tratamento (activo ou não), pode ser eficiente devido à expectativa de cura. O paciente pode sentir-se automaticamente melhor. Para um dos pesquisadores o efeito placebo provou-se eficaz em 3 condições médicas. A dor, a depressão e Parkinson e curiosamente estas patologias estão associadas a uma disfunção dos neuro-transmissores no SNC. No efeito placebo o sistema dopamina é activado, assim como, outras substâncias (peptídeos opióides), aliviando a dor e ansiedade sentidas pelo paciente. Esta pesquisa mostra que as modificações observadas são comparáveis às que ocorrem naqueles que tomam anfetamina, conhecida por libertar quantidades substanciais de dopamina. Estudos recentes dizem que as melhoras dos pacientes placebo situam-se entre os 25% e os 60% consoante as patologias.
Sem dúvida que a relação Osteopata/ doente é de extrema importância. É dever do Osteopata transmitir segurança, tranquilidade, simpatia, conhecimento e muitas vezes apoio psicológico. Este “acto clínico” só pode ter como efeito um resultado positivo e uma melhora do estado do doente. Mas será isto o suficiente? Penso que não. Quando se trata de uma dor aguda ou uma patologia severa, o Osteopata tem que ser um mestre na técnica e no conhecimento. Só assim é que o paciente será tratado na totalidade.