29 fevereiro, 2008

Ice massage therapy

For patients experiencing back pain, ice massage therapy is quick, free, easy to do, and it can provide significant pain relief for many types of back pain. In a world of sophisticated medical care, a simple ice massage can still be one of the more effective, proven methods to treat a sore back or neck, either when used alone or in combination with other treatments.

Most episodes of back pain are caused by muscle strain. The large paired muscles in the low back (erector spinae) help hold up the spine, and with an injury the muscles can become inflamed and spasm, causing low back pain and significant stiffness.

Common causes of muscle strain of the large back muscles include:
-A sudden movement
-An awkward fall
-Lifting a heavy object (using the back muscles)
-A sports injury

While it sounds like a simple injury, a muscle strain can create a surprising amount of pain. In fact, this type of injury is one of the most common reasons people go to the emergency room. However, not much can be done for a strained back muscle except for rest (e.g. for up to two days), pain relief medications, and to use ice and/or heat application. This article discusses how and to use ice massage therapy and heat therapy for quick relief of back pain caused by muscle strain.

How ice massage therapy provides pain relief

Ice massages can help provide relief for back pain in a number of ways, including:

#Ice application slows the inflammation and swelling that occurs after injury. Most back pain is accompanied by some type of inflammation, and addressing the inflammation helps reduce the pain

#Ice massage therapy numbs sore tissues (providing pain relief like a local anesthetic)

#Ice massage therapy slows the nerve impulses in the area, which interrupts the pain-spasm reaction between the nerves

#Ice massage therapy decreases tissue damage

#Ice massage therapy is most effective if it is applied as soon as possible after the injury occurs.

The cold makes the veins in the tissue contract, reducing circulation. Once the cold is removed, the veins overcompensate and dilate and blood rushes into the area. The blood brings with it the necessary nutrients to allow the injured back muscles, ligaments and tendons to heal.

As with all pain relief treatments, there are some cautions with applying ice and using ice massage therapy. Never apply ice directly to the skin. Instead, be sure that there is a protective barrier between the ice and skin, such as a towel. Limit the ice application to no more than fifteen or twenty minutes. Additionally, ice should also not be used for patients who have rheumatoid arthritis, Raynaud’s Syndrome, cold allergic conditions, paralysis, or areas of impaired sensation.

By: Stephen H. Hochschuler, MD

23 fevereiro, 2008

Sintomas da Hipertensão Arterial

A hipertensão em muitos casos não causa sintomas o que dificulta o seu diagnóstico e tratamento. O paciente pode apresentar:

* Sensação de mal-estar/ Astenia ( cansaço)
* Ansiedade e agitação
* Cefaleia (dor de cabeça)
* Tontura
* Visão turva
* Dor no peito
* Tosse e falta de ar
* Parestesia (dormência/ formigueiro)  nos membros
* Perda de sangue pelo nariz

As principais doenças associadas à Hipertensão Arterial e por elas causadas são:
�� A.V.C ( Acidente Vascular Cerebral)
�� Angina de Peito
�� Enfarte Do Miocárdio
�� Aterosclerose
�� Insuficiência Cardíaca
�� Insuficiência Renal

A Hipertensão Arterial é um factor de risco importantíssimo de doença Cardiovascular e a principal causa de morte e incapacidade no nosso país.

Nota do Blogger: Estes sintomas são comuns a outras patologias, dificultando ou muitas vezes mascarando o diagnóstico correcto. Os profissionais de saúde e em particular os Osteopatas, têm o dever de ter um conhecimento mínimo de patologia, para assim poder aconselhar ou encaminhar o doente para a especialidade.

Hipertensão arterial



Em Portugal, existem cerca de dois milhões de hipertensos. Destes, apenas metade tem conhecimento de que tem pressão arterial elevada, apenas um quarto está medicado e apenas 16 por cento estão controlados.
Hoje sabe-se que a adopção de um estilo de vida saudável pode prevenir o aparecimento da doença e que a sua detecção e acompanhamento precoces podem reduzir o risco de incidência de doença cardiovascular.

Como se define a hipertensão arterial?

Designam-se de hipertensão arterial todas as situações em que se verificam valores de tensão arterial aumentados. Para esta caracterização, consideram-se valores de tensão arterial sistólica superiores ou iguais a 140 mm Hg (milímetros de mercúrio) e/ou valores de tensão arterial diastólica superiores a 90 mm Hg.
Com frequência, apenas um dos valores surge alterado. Quando os valores da “máxima” estão alterados, diz-se que o doente sofre de hipertensão arterial sistólica; quando apenas os valores da “mínima” se encontram elevados, o doente sofre de hipertensão arterial diastólica. A primeira é mais frequente em idades avançadas.

Quais as causas da hipertensão arterial?

Na maior parte dos casos (90 por cento), não há uma causa conhecida para a hipertensão arterial, embora em algumas situações seja possível encontrar uma doença associada que é a verdadeira causa da hipertensão arterial. Por exemplo: a apneia do sono, a doença renal crónica, o hiperaldosteronismo primário, a hipertensão renovascular, a síndroma de Cushing ou terapêutica esteróide, a feocromocitoma, a coarctação da aorta ou a doença tiroideia e paratiroideia.
A hereditariedade e a idade são dois factores a ter também em atenção. Em geral, quanto mais idosa for a pessoa, maior a probabilidade de desenvolver hipertensão arterial. Cerca de dois terços das pessoas com idade superior a 65 anos são hipertensas, sendo este o grupo em que a hipertensão sistólica isolada é mais frequente.

Actividade Física e Hipertensão

Dentro das medidas não farmacológicas de tratamento para a Hipertensão Arterial Sistémica (HAS), a actividade física tem sido amplamente recomendada. Diversos estudos tem provado que o treino físico é capaz de diminuir a pressão arterial de indivíduos hipertensos. No entanto, deve-se ter em conta a adequação do treino físico para esse fim, ou seja, pôr em prática as características do treino físico que têm um efeito hipotensor.
-
Estudos epidemiológicos têm demonstrado uma relação inversa, entre a pressão arterial e o nível de actividade física habitual ou o nível de condicionamento físico do indivíduo. Entre os hipertensos têm sido demonstrada que o treino físico, diminui significativamente a pressão arterial de repouso, em média na ordem de 10 mmHg, tanto da pressão sistólica quanto da diastólica, nos casos de HAS leve. Os efeitos do treino sobre a pressão arterial de 24 horas é, até o momento, controverso com poucos estudos e resultados contraditórios.
-
Mecanismo de acção hipotensora
Os mecanismos de redução da pressão arterial são múltiplos, complexos e ainda não totalmente esclarecidos. São basicamente mecanismos hemodinâmicos, neurais e hormonais.
-
Mecanismos hemodinâmicos: Redução da resistência vascular periférica decorrente de um estado de vasodilatação induzida pelo exercício; Redução do débito cardíaco, pela diminuição da frequência cardíaca basal e por uma possível redução do volume plasmático dos indivíduos hipertensos treinados.


Mecanismos neurais: Redução da actividade simpática, que explicaria as alterações hemodinâmicas de vasodilatação periférica e bradicardia. O mecanismo é ainda desconhecido mas sugere-se um aumento dos níveis de prostaglandina E e redução dos níveis de insulina.
-
Mecanismos hormonais: Redução da actividade da renina plasmática foi observada em alguns trabalhos. Outras substâncias como o factor "ouabain-like" e a taurina também podem estar envolvidos, necessitando ainda novas investigações para avaliar a real contribuição desses factores.
-
Prescrição de exercícios
Para que o exercício traga benefícios ao hipertenso deve-se programar o tipo, intensidade, frequência e duração do treino físico.



Tipo de exercício: O exercício dinâmico aeróbico reduz a pressão arterial, comprovado científicamente, sendo considerado o mais adequado para o hipertenso. A sobrecarga de pressão imposta ao sistema cardiovascular durante a realização de exercícios isométricos (estáticos) e a efectividade duvidosa desse tipo de exercício como agente hipotensor desencorajou este tipo de exercício para o hipertenso. No entanto, actualmente tem sido recomendado que os exercícios aeróbicos sejam complementados por exercícios localizados, realizados também de forma dinâmica com baixa intensidade e grande número de repetições (ver adiante em intensidade do exercício). Dessa forma obtém-se uma maior integridade do sistema músculo-esquelético e um aumento da força muscular que levaria a uma diminuição da sobrecarga diária ao coração, por redução da Frequência Cardíaca e da Pressão Arterial durante os esforços da vida quotidiana.
-
Intensidade do exercício: O exercício leve a moderado, possui um efeito hipotensor semelhante ou mesmo superior ao exercício intenso e a pressão arterial aumenta menos durante a sua execução. Aconselha-se que o exercício aeróbico de intensidade adequada para a redução da pressão arterial, é aquele que atinge de 50 a 70% do VO2 Max. Esse valor pode ser deduzido pela FC de reserva calculada pela fórmula:
-
FC treino = (FC Max - FC repouso) X % intensidade (50 a 70) + FC repouso
-
Para os exercícios localizados recomenda-se o uso de 40 a 50% da carga máxima voluntária com grande número de repetições (20 a 25).
-
Frequência do exercício: Para que haja algum efeito hipotensor é recomendável uma frequência mínima de 3 vezes por semana. Frequências de exercícios semanais maiores produzem maior efeito hipotensor. Quanto a exercícios localizados recomenda-se a frequência de 3 sessões semanais.
-
Duração do exercício: Possui relação directa com a condição física do indivíduo. Tempos maiores de exercício (40 minutos) são mais eficazes que períodos curtos de exercício (10 minutos) para obter o efeito hipotensor. Recomenda-se que o exercício aeróbico tenha de 30 a 45 minutos de duração.
-
Referência:


Mano, Reinaldo, 5 de Abril de 1999- Manuais de Cardiologia.

Hipertensão Arterial Sistémica - Tratamento não Farmacológico


São as modificações de estilo de vida, as mais valias comprovadas na redução da pressão arterial: a redução do peso, a redução da ingestão de sódio, maior ingestão de potássio, uma dieta rica em frutas e vegetais e alimentos com pouco teor de gordura, a diminuição ou abolição do álcool e a actividade física. Alimentos ricos em cálcio actualmente são preconizados em conjunto com toda a série de medidas dietéticas já citadas, que juntas são benéficas para a redução da PA. A ingestão de magnésio, de derivados do ácido ecosanóico e aumento da ingestão de proteínas entre outros, não possuem até o momento evidências de valor comprovado, que indiquem sua utilização. A interrupção do fumo não interfere directamente sobre a redução da pressão, no entanto trata-se de importante factor de risco cardiovascular e deve ser incentivada.

As modificações do estilo de vida são aplicáveis a todos os pacientes que se propõe a diminuição do risco cardiovascular, incluindo os normotensos, e necessárias também quando se impõe o tratamento farmacológico da hipertensão.

Seguem comentários específicos sobre cada medida:

Sal: Os pacientes hipertensos podem ser divididos em sensíveis e não sensíveis ao sal. Apesar da resposta heterogénea a restrição de sódio é recomendável de uma forma geral uma ingestão de sal menor que 6g/dia ou cerca de 2,3g de sódio.

Redução do peso: Os mecanismos envolvidos na redução da pressão arterial relacionados a perda de peso incluem: a redução da actividade adrenérgica, do colesterol plasmático e da resistência insulínica. Mesmo reduções pequenas de peso possuem efeito protector sobre o risco cardiovascular.

Potássio: Há evidencias de protecção para AVE e menor necessidade de medicamentos para o controle da PA com a ingestão do potássio.

Cálcio, Magnésio, Proteínas e Ac. Gordos monoinsaturados : Estudos são controversos quanto a redução da PA. Não há suporte até o momento para indicação de uso isolado de alguma dessas substâncias com fim de redução de PA.

Dieta DASH: O VII JNC menciona o trabalho DASH (Dietary Aproaches to Stop Hypertension) como um plano dietético benéfico. A dieta utilizada preconiza vegetais, frutas, baixo consumo de gorduras (saturadas e total), sendo rica em potássio e cálcio. A adopção da dieta DASH, com medidas alimentares mais completas, possui um efeito hipotensor muito maior que a restrição isolada do sódio e do uso isolado de qualquer outra medida.

Álcool : O uso excessivo de álcool esta relacionado com o aumento da pressão arterial. No entanto em baixas doses o álcool pode se mostrar hipotensor e até protector de eventos coronários. Dessa forma, a melhor orientação aos pacientes que ingerem álcool habitualmente é que o façam em pequenas quantidades, preferencialmente apenas nas refeições, não sendo necessária a recomendação de interrupção, salvo nos pacientes que possuam indicações para tal, como nos com história de dependência alcoólica, nos hepatopatas e nos portadores de deficiências imunológicas.

Actividade Física: Exercício físico não isométrico tem se relacionado com redução da pressão arterial, independentemente dos efeitos de aumento de sensibilidade a insulina e redução de peso. Ocorre ainda redução das taxas de colesterol total e diminuição na taxa de mortalidade por todas as causas. O mecanismo directo de redução da PA esta relacionado com a diminuição da actividade simpática reflectida por vaso dilatação persistente pós exercício.

Stress: Activa o sistema nervoso simpático, participando da patogénese da hipertensão. Acredita-se que pacientes stressados necessitam de maior quantidade de medicação para controle. Não há nenhuma técnica comprovada de redução de stress que se relacione com a redução da PA.

Café e cafeína: Apesar de simpaticomimético não há relação entre a ingestão do café e cafeína com o aumento da pressão arterial.

Referência: Manuais de Cardiologia, Dr. Reinaldo Mano

20 fevereiro, 2008

Using Natural Food to Cure Diseases and Live Longer


It is virtually impossible to enjoy a healthy lifestyle over the long term without focusing on the foods you put into your body." While many foods provide vital nutrients, vitamins and minerals, there are a number of important foods whose benefits go far beyond simple nutrition. These so-called superfoods are valuable at preventing a number of diseases and they should form the basis of any disease prevention regimen.Superfoods can stop some of the changes that lead to diseases such as diabetes, hypertension, Alzheimer's, and some cancers if incorporated into your regular daily diet. From their role in preventing cancer to their role in reducing the effects of environmental pollutants, these superfoods are extremely valuable to a healthy lifestyle. "Superfoods can help you live longer, feel better and enjoy a healthier lifestyle and achieve a greater level of fitness." The most important major health benefits of Superfoods and their strong impact on the aging process. fruits are acknowledged to have the highest nutritional value of any fruit in the world. The one superfood that may be the most important anti-aging food available today. This one is thought to have a significant impact on many degenerative and aging related ailments. What Superfoods have the important ability to strengthen the organs of the body, particularly the eyes, kidneys and liver. Why some Superfoods have long been used to treat such conditions as sore throats, rheumatism and general inflammation. Why the goji berry may be the most important anti-aging food available today. How certain ingredients can prevent many forms of cancer, including such major killers as lung cancer. Superfood is best to help to control high levels of homocysteine in the bloodstream. The facts on why Superfoods can have significant effects at preventing cataracts and other degenerative diseases of the eye. Superfoods has long been used to soothe digestion, to reduce the symptoms of irritable bowel syndrome and other digestive problems. Improve the ratio of good cholesterol to bad cholesterol and lowers the overall levels of cholesterol and triglycerides in the blood. Which Superfoods was used as a memory enhancer long time ago and continues to be used to boost memory and brain function to this day.

Author: Charles, Posted: 20-02-2008 on ArticlesBase

19 fevereiro, 2008

Osteoarthritis treatments (Research article)

Conventional medicine does not yet have a proven treatment to stop or slow the progression of osteoarthritis. The nutritional supplements, glucosamine and chondroitin sulfate, have emerged as a treatment alternative for some patients suffering from osteoarthritis pain.
Perhaps the most important aspect of glucosamine and chondroitin sulfate supplements is that they are thought to help slow or prevent the degeneration of joint cartilage, the underlying cause of osteoarthritis pain. Glucosamine and chondroitin sulfate dietary supplements may also help alleviate existing joint pain. Presently, it is thought that unlike many medications available to treat arthritis pain and inflammation, glucosamine and chondroitin sulfate supplements have very few side effects.
However, glucosamine and chondroitin sulfate nutritional supplements do not offer the desired pain relief for all osteoarthritis patients. At the time of this article, the benefits and risks of taking glucosamine and chondroitin sulfate have not been definitively proven, and long term studies are needed to better understand their effects.

Osteoarthritis – a degenerative joint condition

Osteoarthritis occurs when the cartilage on the ends of the joints wears down and the exposed bones rub together. This degenerative process causes excess friction in the joints, which leads to loss of motion, stiffness and joint pain. Osteoarthritis is more common among middle-aged and older individuals. Symptoms can range from mild to very severe pain in the back, neck, hands, hips, knees and/or feet. When degenerative osteoarthritis occurs in the back, it is usually referred to as facet joint osteoarthritis (because it affects the facet joints in the spine). When occurring in the neck, it is usually called cervical osteoarthritis.

Glucosamine and chondroitin sulfate dietary supplements

Glucosamine and chondroitin sulfate are naturally found in connective tissues in the human body, such as those covering the ends of bones in the joints. Glucosamine is extracted from animal tissues such as crab, lobster or shrimp shells, while chondroitin sulfate is found in animal cartilage such as tracheas or shark cartilage. They are commonly taken as dietary supplements (also known as nutritional supplements).

Glucosamine and chondroitin sulfate are believed to impact the cartilage degeneration process of osteoarthritis in the following ways:

Glucosamine sulfate is thought to help with cartilage formation and repair (1). Some laboratory tests show that glucosamine sulfate may help protect joint cartilage by limiting breakdown and helping to build up levels of cartilage. Glucosamine hydrochloride, another form of glucosamine, is considered to be equally effective as the sulfate form. It is absorbed more easily by the body and can be taken in lower dosages with the same effectiveness as glucosamine sulfate.
Chondroitin sulfate is part of a protein molecule that helps give cartilage its elastic properties and is thought to have an anti-inflammatory effect, which can help to reduce the painful swelling in the joints that occurs when the exposed bones in the joint rub together. In addition, chondroitin sulfate may also help slow the breakdown of cartilage and help restore cartilage growth to better cushion the joints (2).

Combining nutritional supplements with other treatments

Glucosamine and chondroitin sulfate may not provide sufficient pain relief for all osteoarthritis patients. Many patients find it is best to use glucosamine and chondroitin sulfate nutritional supplements in conjunction with other conservative treatments (under the guidance of their treating physician), such as:

Pain medication that has anti-inflammatory properties, such as ibuprofen, COX-2 inhibitors, naproxen and other non-steroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDs). Acetaminophen may also be helpful for relief of joint pain associated with osteoarthritis. Taking glucosamine and chondroitin sulfate nutritional supplements may reduce some patients’ need for anti-inflammatory or pain medications, while others may continue to take other medications for pain relief. However, patients taking daily aspirin therapy should avoid taking chondroitin sulfate supplements, as it may contribute to bleeding.

Gentle stretching exercises can help maintain flexibility and range of motion as well as reduce stiffness in the muscles and joints. Engaging in gentle physical activity may also help maintain overall back health even after a flare-up of osteoarthritis pain is relieved.
Water therapy (specific exercises performed in a pool) can help patients with severe osteoarthritis pain. Pool therapy allows the joints to be unweighted by the water, which may be less painful than other types of exercise. Another gentle form of exercise is using an elliptical machine or a stationary exercise bike, which provide forms of aerobic exercise that are low-impact on the joints.

Traction for cervical osteoarthritis and/or manual manipulations (e.g. chiropractic or osteopathic) can help to control the chronic pain and other symptoms of osteoarthritis, as well as provide relief from severe episodes of pain. Patients considering traction should always work with a physician to ensure correct and safe use of the traction devices, as improper application of traction can be detrimental.

Additional non-medical approaches (e.g. acupuncture, yoga or Tai Chi, instrument assisted soft tissue techniques such as Active Release Technique (ART), Graston Technique (GT), muscle energy techniques, proprioceptive neuromuscular rehabilitation (PNF), Nimmo method, massage and others) may also be effective for some patients. Sometimes rest or weight loss may be recommended for certain patients in order to reduce stress on the joints. Some patients may also require a short period of rest and medication to reduce joint inflammation before they begin to exercise.
The proper course of treatment will differ for each patient and should be supervised by a health professional.

By: Thomas E. Hyde, DC