25 abril, 2011

Novo estudo Chinês sobre a relação do uso do telemóvel com o tumor da glândula parótida.


"Correlation between cellular phone use and epithelial parotid gland malignancies"- Duan Y, et al. Correlation between cellular phone use and epithelial parotid gland malignancies, Int J Oral Maxillofac Surg (2011), doi:10.1016/j.ijom.2011.03.007. Published by Elsevier Ltd.
 

Este estudo recente, publicado na Revista de Cirurgia Maxilo-facial e oral, concluiu que o uso diário de telemóvel, acima das 2h30, aumenta para 3,000% o risco de desenvolver cancro na glândula parótida (glândula salivar), risco provavelmente maior, conclui-se ainda, que o tumor do pulmão pelo tabaco.

O Dr. Karl Maret, num outro estudo, desenvolve que a radiação electromagnética pode a afectar a densidade óssea,  ao revelar que no grupo de estudo, os homens que usavam o telemóvel à cintura, junto à anca, perderam densidade óssea na coxo-femoral do mesmo lado.

Outro estudo publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA), conclui que as radiações micro-ondas/ electromagnéticas, causam alterações na actividade celular do cérebro e alterações nos níveis de glucose, e como se sabe, os tumores (como todas as células) precisam de doses elevadas deste monossacárido para se desenvolver, o que não se sabe ao certo, é o que estas alterações dos níveis de glucose podem provocar a longo prazo.

As autoridades regulamentares negam que as radiações produzam efeitos na biologia celular, mas já existe demasiada evidência para ignorar os avisos.

Uma revisão de 11 estudos epidemiológicos de longo prazo, publicada em 2009 pela Revista de NeuroCirurgia, alerta para o risco a dobrar, de ser diagnosticado um tumor no cérebro,  se usa o telemóvel há 10 anos ou mais.

Conselhos:
- Fale ao telemóvel apenas o indispensável.
- Quando está a ouvir afaste-o ou use o "mãos livres" e aproxime-o apenas quando fala ( as radiações diminuem bastante com a distância).

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